Mulheres na Fórmula 1

A ausência de mulheres na fórmula é uma distorção histórica, que a FIA ( Federação Internacional de Automobilismo) está procurando corrigir. Os dirigentes desejam que a principal categoria do automobilismo deixe de ter a grande maioria dos integrantes homens.

“As mulheres podem competir de igual para igual com os homens. Só precisamos ter apoio para chegar à F1”, disse Marta García em entrevista na VIP

Desde 1950, mais de 800 pilotos participaram de ao menos um GP – mas só duas mulheres foram para o grid de largada, e outras três não se classificaram. A última a correr um GP foi a italiana Lella Lombardi, que largou em 12 entre 1975 e 1976.

Para começar as mudanças desse cenário terá um aumento no número de mulheres trabalhando em diversas áreas do automobilismo, como chefe de equipe, engenheiras, comissárias, no marketing, design, pilotando etc.

“A presença das mulheres tem crescido no esporte a motor e elas vão lutar por seus sonhos, inspirando também as jovens engenheiras e, claro, as futuras pilotas” diz Jean Todt, presidente da FIA.

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